sábado, 3 de janeiro de 2026

POESIA DE JOSÉ MANUEL CASQUINHA

 

 

 

 

 

 

 

 

CÃO SEM DONO

Agradecemos a quem nos quer bem!

Choramos a quem não presta!

Vivemos para que nos digam o que queremos ouvir!

Agora voltamos a voragem dos bons sentimentos.

 

Viveiro de palavras belas,

Criamos o bem viver dentro de nós

e de ti minha irmã, o que posso dizer!

Juventude de velha criança,

Pastagens de risos de escárnio.

Faces coradas do provenir fluído

Talvez não seja tarde para te sentir, minha irmã!


A JOSÉ AFONSO

Quando te ouvi, chorei!

GRÂNDOLA do meu amor

Sonhos de um a acordar vibrante

Alguns na cidade das luzes

Ouvir do infinito

Vem cantar comigo.

 

POEMA I

Quando o desejo se afirma

E o corpo responde ao amplexo!

Sorrimos para a felicidade!

Sem deixar de ver o nosso lado, o mundo que existe

Fraco ou forte, belo ou feio

Mas para que isto!

E te tenho meu amor.

 

POEMA II

Sombras de luzes mortiças,

pecados de desejo,

em águas profundas do teu ser!

Para além do nosso amor!

Juntos sorrimos aos outros.


A VOLTA DE UM PRIMEIRO DE MAIO

Ao nascer da noite o desejo saiu

forte e poderoso

como magia de Vénus!

Tudo porque tu vieste quente

e soltavas do teu corpo perfeito e belo,

a raiz da criação. 


HOJE É DIA TIMOR

Chovem nas tuas plantas

As suas bátegas transmitiram mais rapidamente

Às ondas da rádio soa a palavra MAUBERE.

 

Aqui meu amor levantem as certezas

Pescadas com o lumiar do ser

E para mais deixadas no "relento"

 

Esperar pela emboscada, não vem de si

Ver chegar Xanana à frente do seu povo

E agora é pedir calma ao seus heróis

E que o humilhado indonésio, se vá!


PORQUÊ

Quando não cruzamos os olhares!

Agredimos o querer

De olharmos mais longe.

Seguimos as vozes do desejo na mente,

Não o que seguimos, é prática do "mastigar"

 

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