CÃO SEM DONO
Agradecemos a quem nos quer bem!
Choramos a quem não presta!
Vivemos para que nos digam o que queremos ouvir!
Agora voltamos a voragem dos bons sentimentos.
Viveiro de palavras belas,
Criamos o bem viver dentro de nós
e de ti minha irmã, o que posso dizer!
Juventude de velha criança,
Pastagens de risos de escárnio.
Faces coradas do provenir fluído
Talvez não seja tarde para te sentir, minha irmã!
A JOSÉ AFONSO
Quando te ouvi, chorei!
GRÂNDOLA do meu amor
Sonhos de um a acordar vibrante
Alguns na cidade das luzes
Ouvir do infinito
Vem cantar comigo.
POEMA I
Quando o desejo se afirma
E o corpo responde ao amplexo!
Sorrimos para a felicidade!
Sem deixar de ver o nosso lado, o mundo que existe
Fraco ou forte, belo ou feio
Mas para que isto!
E te tenho meu amor.
POEMA II
Sombras de luzes mortiças,
pecados de desejo,
em águas profundas do teu ser!
Para além do nosso amor!
Juntos sorrimos aos outros.
A VOLTA DE UM
PRIMEIRO DE MAIO
Ao nascer da noite o desejo saiu
forte e poderoso
como magia de Vénus!
Tudo porque tu vieste quente
e soltavas do teu corpo perfeito e belo,
a raiz da criação.
HOJE É DIA TIMOR
Chovem nas tuas plantas
As suas bátegas transmitiram mais rapidamente
Às ondas da rádio soa a palavra MAUBERE.
Aqui meu amor levantem as certezas
Pescadas com o lumiar do ser
E para mais deixadas no "relento"
Esperar pela emboscada, não vem de si
Ver chegar Xanana à frente do seu povo
E agora é pedir calma ao seus heróis
E que o humilhado indonésio, se vá!
PORQUÊ
Quando não cruzamos os olhares!
Agredimos o querer
De olharmos mais longe.
Seguimos as vozes do desejo na mente,
Não o que seguimos, é prática do "mastigar"

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